quarta-feira, julho 28, 2010

Estados Unidos pagam à mídia afegã para divulgar conteúdo favorável aos Estados Unidos

Documentos do WikiLeaks mostram que Estados Unidos pagam mídia Afegã to divulgar histórias amistosas

The Upshot

John Cook descobriu documentos mostrando que estações de radio afegãs foram contratadas para levar ao ar conteúdo produzido pelos Estados Unidos. Outros relatos mostram militares americanos aparentemente se referindo aos repórteres afegãos como “nossos jornalistas” e lhes indicando como fazer o trabalho deles.



WikiLeaks documents show US pays Afghan media to run friendly stories

The Upshot

John Cook found documents showing that Afghan radio stations were under contract to air content produced by the United States. Other reports show U.S. military personnel apparently referring to Afghan reporters as "our journalists" and directing them in how to do their jobs.

Origem: http://www.poynter.org/column.asp?id=45&aid=187610


Mais no Yahoo News (em inglês).


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sábado, agosto 01, 2009

Lei que permite a órgãos da imprensa escrita se tornarem proprietários de redes de televisão é aprovada após tumulto no Parlamento Sul-Coreano

Depois de pancadaria, Parlamento sul-coreano aprova lei polêmica

Depois de uma pancadaria generalizada entre deputados, o Parlamento da Coreia do Sul aprovou hoje uma polêmica lei que permite às empresas que atuam na imprensa escrita serem donas também de redes de televisão.

Segundo a agência "Yonhap", as três emendas que reformam a atual lei sobre os meios de comunicação foram aprovadas com a rejeição da principal força opositora sul-coreana, o Partido Democrático (PD) e em meio a cenas de violência.

Diante da repercussão da lei, diversos sindicatos de profissionais de comunicação sul-coreanos iniciaram ontem uma greve de 100 horas contra a reforma, a qual se uniu hoje o sindicato da rede de televisão pública "KBS".

Após a aprovação da lei, um membro do Escritório Presidencial sul-coreano citado pela "Yonhap" disse que a nova legislação era uma opção inevitável para garantir uma maior competitividade do setor.

No entanto, várias pesquisas publicadas nos últimos meses demonstraram que a maioria dos cidadãos sul-coreanos se opõe a essa lei por receio de que os principais diários conservadores e conglomerados do país possam controlar a opinião pública por meio da imprensa.

Alguns analistas criticaram o Governo conservador por pretender usar esta lei para controlar a opinião pública a fim de garantir o poder nas próximas eleições.

As emendas foram aprovadas hoje com os votos a favor dos deputados governamentais, que são maioria (169 de 299 cadeiras), e depois de o deputado Lee Yoon-sung, vice-presidente do Parlamento sul-coreano, pedir escolta para presidir a votação.

Os legisladores da força opositora, o Partido Democrático (PD), que conta com 84 cadeiras, se ausentaram da votação e tentaram impedi-la bloqueando a entrada dos deputados governamentais na sala do Parlamento.

Antes da votação, os deputados governistas e da oposição discutiram aos berros e depois iniciaram uma pancadaria generalizada, diz a "Yonhap".

A emenda foi apresentada no Parlamento em dezembro, mas só foi votada agora devido ao forte enfrentamento entre os partidos.

Notícia da EFE, no UOL Notícias.

E pensar que aqui no Brasil esta propriedade cruzada é disseminada e a opinião pública amplamente manipulada.

A família Marinho é dona da TV Globo, em São Paulo e no Rio de Janeiro, possui o diário O Globo, a revista semanal Época, o portal G1, e ainda emissoras de rádio.

A família Sirotski aqui possui retransmissoras locais da TV Globo no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina, possui jornais diários nas capitais de ambos os estados, e em várias cidades do interior, e também emissoras de rádio.

Breve ampla manipulação da opinião pública na Coreia do Sul.

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domingo, julho 22, 2007

Marco Aurélio Garcia

Vale qualquer coisa para tentar atingir o presidente Lula, até se escandalizar com um gesto supostamente obsceno do assessor da presidência Marco Aurélio Garcia, captado sorrateiramente enquanto este assistia ao Jornal Nacional em seu gabinete.
Interpretaram que com o tal gesto o assessor dizia que a empresa aérea é que iria, vamos dizer assim, se dar mal. Acho que não. Embora eu não possa falar pelo assessor, acho que foi algo como um desabafo, e acho que ele se referia àqueles que estão tentando a todo custo , digamos de novo, fazer o governo se dar mal, com a tragédia acontecida em Congonhas esta semana.

Abaixo, o fradim, personagem do Henfil, que gostava de usar o tal gesto obsceno, pescado via Diário Gauche.

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