quarta-feira, outubro 20, 2010

Novos Cristãos nº 2



Novamente do Angeli, na Folha de São Paulo, de 18/10/2010.

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segunda-feira, outubro 18, 2010

Religião pautando eleição




Jean, na Folha de São Paulo, de 15/10/2010.

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sábado, outubro 16, 2010

Novos cristãos




Angeli, na Folha de São Paulo, de 14 de outubro de 2010.

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segunda-feira, setembro 06, 2010

Estados Unidos deixam o Iraque

sábado, janeiro 16, 2010

Sobre História do Brasil

domingo, dezembro 20, 2009

Angeli vê o alagamento em São Paulo...



Charge da Folha de São Paulo.

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terça-feira, novembro 10, 2009

Judas - A charge da Folha de São Paulo - 25/10/2009



A charge da Folha de São Paulo.

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quinta-feira, julho 02, 2009

Angeli e o golpe em Honduras

domingo, maio 24, 2009

O perigo das piadas na política

O perigo das piadas na política

Além de uma Constituição forte, o humor pode ser uma das maneiras mais eficazes de conter líderes sedentos de poder. Mas não é de hoje que política e humor formam um misto explosivo, e os perigos são muitos para quem se aventura na arena do humor político. Quando os maiores fãs de um político são comediantes, isso raramente é bom sinal. Assim como os humoristas americanos fizeram a festa com as gafes verbais do ex-presidente George W. Bush, satiristas franceses rezam para que o reinado do presidente Nicolas Sarkozy seja longo.
“Sarkozy é uma dádiva para humoristas”, disse ao “New York Times” o satirista francês Stéphane Guillon. No Paraguai, o presidente Fernando Lugo, ex-bispo católico, vem sendo ridicularizado sem dó desde que admitiu a paternidade de pelo menos um filho enquanto ainda era membro do clero (sem negar a possibilidade de que haja alguns outros). Como relatou Alexei Barrionuevo no “New York Times”, o slogan de sua campanha, “Lugo tem coração”, inspirou uma canção no ritmo da cumbia cujo refrão diz “o playboy tem ‘corazón’, mas não sabe usar o ‘condón’” (camisinha).
Lugo e Sarkozy correm o risco de tornar-se algo que mete medo em qualquer político: alvo de piadas permanentes. “Existem pessoas que, uma vez que se tornam tema de piadas, nunca deixam de sê-lo”, disse Robert Lichter, presidente do Centro de Mídia e Assuntos Públicos na Universidade George Mason, na Virgínia.
Com o presidente dos EUA, Barack Obama, não há muito o que trabalhar em matéria de humor. “Ele é difícil de satirizar”, comentou o humorista Andrew Boyd ao “Times”. “Ele sabe moderar sua própria seriedade.”
Na política, porém, as imagens podem mudar, como avisou a comediante negra Wanda Sykes num jantar anual para políticos e jornalistas promovido no dia 9 e que teve a presença do birracial Obama. “O primeiro presidente negro”, disse ela. “Tenho orgulho de poder dizer isso. A não ser que o senhor pise no tomate, é claro. Se isso acontecer, vamos dizer ‘qual é a do sujeito metade branco?’.” Obama riu. Mas outros humoristas precisam pensar duas vezes sobre os objetos de sua sátira. Ao que tudo indica, falta senso de humor à junta militar de Mianmar, que no ano passado condenou o comediante U Maung Thura a 45 anos de prisão. E no Líbano, Charbel Khalil recebeu ameaças de morte e foi forçado ao exílio por algum tempo por ter zombado dos poderosos e pomposos com um programa de fantoches na TV intitulado “Democracia”.
“Nada é proibido como alvo de sátira, exceto o presidente da República”, disse Khalil, falando das leis de imprensa no Líbano. “E o Exército. E os juízes, e os líderes religiosos. E os presidentes e reis de ‘países irmãos e vizinhos’.”
Mesmo assim, isso deixa vários alvos a serem ridicularizados, incluindo o Hizbollah, que não é conhecido por curtir humor às suas custas. Depois de um esquete pontual, a organização bloqueou ruas com pneus em chamas.
Mas mesmo ameaças de morte podem render material para fazer humor. Omar Marzouk, cômico muçulmano na Dinamarca, criou a comédia de situações “A Célula Terrorista”, sobre um grupo de candidatos a terroristas que se atrapalham com seus planos. Ele contou ao “Times” que seu site na web permite que os visitantes escolham a maneira favorita de matá-lo. “A maioria optou pela decapitação”, revelou.

Este texto do The New York Times, foi republicado na Folha de São Paulo, de 18 de maio de 2009.


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terça-feira, maio 19, 2009

Glauco, sobre a CPI da Petrobrás



A charge deste 19 de maio de 2009, na Folha de São Paulo. Claro que, com sinais trocados, um aviãozinho com a estrela do PT bombardeando o governo de dona Yeda, no Rio Grande do Sul seria possível, mas no Senado, a bomba já foi disparada.

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terça-feira, março 17, 2009

"Yes, we can!" - Charge de Folha de São Paulo, de 16 de março de 2009



“Yes, we can!”, não é o que a charge diz, mas foi o que eu pensei de imediato. Na Folha de São Paulo.

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"Revolução de 1964"

terça-feira, janeiro 20, 2009

Putrefação

sábado, janeiro 10, 2009

A charge da Folha de São Paulo, de 8 de janeiro de 2009

sexta-feira, janeiro 02, 2009

2009 chegando, segundo o Angeli

quarta-feira, dezembro 31, 2008

Feliz Ano Novo em Gaza, segundo o Glauco

sexta-feira, dezembro 12, 2008

Angeli, na charge da Folha de São Paulo, de 9 de dezembro de 2008



Na Folha.

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quarta-feira, novembro 19, 2008

A charge da Folha de São Paulo em 17 de novembro de 2008



Diferente desta vez. Do Jean.

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quinta-feira, novembro 06, 2008

A Charge da Folha de São Paulo...



... de 6 de novembro de 2008, by Glauco.

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quinta-feira, outubro 23, 2008

A Charge da Folha de São Paulo, em 23 de outubro de 2008


O Glauco captou o pensamento de quem acompanha as manchetes sobre bolsas de valores e moedas nas últimas 2 ou 3 semanas.

Da Folha de São Paulo.


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